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Chapada Diamantina, um lugar para você se conectar à natureza

May 16, 2018
12 min read

Como tudo começou

A minha viagem começou com uma programação básica: ir para Salvador visitar uma amiga, mas aí ela me sugeriu conhecer a Chapada. Eu estava viajando sozinha e fui pesquisar sobre as possibilidades. Ao descobrir as belezas da Chapada e de Morro de São Paulo, programei um roteiro de 5 dias em Morro e 7 na Chapada.

[Contamos sobre Morro de São Paulo no último post do blog, dá uma olhada aqui]

Logo percebi que fazer a viagem sozinha para a Chapada seria mais complicado e bem caro também, já que eu ficaria “refém” dos passeios com agências. Para explorar bastante a Chapada você vai precisar de um carro, então o ideal é que você vá em grupo.

Dica: o ideal é fechar com 4 pessoas, por que aí fica um lugar para o guia.

Foi então que eu fiz um post no site dos Mochileiros.com para encontrar pessoas que estivessem indo para lá na mesma época que eu, consegui fechar com dois rapazes, o Diego e o Renan. E deu muito certo, eles são MEGA gente boa. \o/

Dica: o site do Mochileiros.com tem um espaço de fórum bem legal que é ideal para quem está viajando sozinho e quer fechar um grupo como eu queria. No meu caso, confesso que fiquei com receio no começo por ser a única menina.

Para as Meninas: se você for a única em um grupo de homens - por segurança - é legal tentar marcar algo antes com o grupo para vocês se conhecerem, marcar em Hostels separados também ajuda, caso tenha algum inconveniente.

Grupo fechado, bora começar a aventura!

Chegando na Chapada

Como já estávamos em Salvador, alugamos um carro na cidade mesmo – buscamos no Aeroporto (então, quem estiver chegando em Salvador pelo Aeroporto e for direto para a Chapada, as locadoras ficam coladas no Aeroporto e oferecem transfer até o local para você pegar o carro – alugamos com a locadora Foco)

Caso você prefira, tem a opção de alugar o carro em Lençóis, nós pesquisamos e vimos que o preço era mais alto do que pegar direto em Salvador. Mas, se você estiver sozinho ou não quiser dirigir as 5 horas de Salvador até Lençóis, tem um ônibus que faz o trajeto.

Olhei a Real Expresso e o preço das passagens (ida e volta) fica em R$ 184,29.

Dia 1 – CACHOEIRA DO SERRANO + CENTRINHO LENÇÓIS

Saímos aprox. 9hs de salvador e chegamos aprox. 15hs em Lençóis com parada para almoço na estrada. O caminho até a Chapada é uma delícia também. Então ao longo do caminho, fizemos algumas paradas para fotos =)

Em Lençóis, ficamos na pousada Casa Lua de Cristal que é bem localizada e o Walter, rapaz que nos atendeu, é super simpático. A pousada fica uma rua acima da rua principal da cidade. O café da manhã é simples, mas bem gostosinho e o local é bem limpinho.

(Quer um desconto bem bom no Booking.com ? Pegue aqui!)

Depois de acomodarmos perguntamos ao Walter o que poderíamos fazer, considerando o horário. Ele nos recomendou caminhar até a Cachoeira do Serrano. A caminhada até lá é curta e bem tranquila. A vista de lá é linda e dá para nadar nos poços que se formam.

ROUPA: Já vá de roupa de banho. Nesse passeio dá para ir de chinelo (eu fui!), mas tênis é sempre tênis! Leve repelente.

De noite caminhamos até a rua principal da cidade e comemos por ali ouvindo música ao vivo. O centrinho tem MUITAS opções, adoramos. Dica 1: Lençóis foi a única cidade em que já havíamos feito reserva prévia pelo Booking. Eu sou do tipo que adoro fazer tudo já programado/combinado...E me segurei (e MTO! Rs) para não fazer assim na Chapada. E olha, se você é como eu, também siga esse conselho: NÃO reserve as hospedagens antes, reserve só o primeiro dia mesmo, por que o roteiro da Chapada é bem dinâmico e ter uma reserva pode fazer com que você perca um passeio legal só por que já tem um reserva em uma outra cidade e precisa seguir viagem.

Dica 2: Façam download do mapa da Chapada também – esse mapinha que eu postei na matéria é ótimo por que ele indica as vias pavimentadas e estradas de terra. Lá o sinal do GPS NÃO FUNCIONA!! Sim, nadinha, sabe aquele check-in para marcar sua foto no Instagram? Esquece! Você só vai conseguir fazer quando sair da Chapada! Mas a dica importante aqui é: faça DOWNLOAD DO MAPA no seu App de Mapas do celular, é assim que você vai conseguir andar de um lugar para o outro. Na noite anterior a gente sempre sentava para olhar o mapa da Chapada e pensar nas possibilidades de caminhos.

HOSPEDAGEM: Lençóis

Dia 2 - PRATINHA, LAPA DOCE e MORRO PAI INÁCIO

Já com os caminhos devidamente analisados, saímos bem cedinho em direção à Gruta da Lapa Doce (pagamos R$25 cada para entrar). A experiência aqui é bem legal, você percorre um caminho de quase 1km dentro da gruta! A caminhada é tranquila, mas é no escuro, você só vai ter as luzes das lanternas que estão incluídas no preço da entrada. Para concluir o passeio gastamos mais ou menos 2h. É importante estar ligado nos tempos de cada passeio nesse dia por que tanto a Gruta Azul quanto o Morro do Pai Inácio têm horários. Isso porque na Gruta Azul o melhor horário do raio de sol que deixa a água bem azul passa por lá entre 14h30-15h30. Já no Morro do Pai Inácio você só consegue entrar no parque até às 17h e você não vai querer perder o pôr do sol lá de cima. É incrível. Depois da Gruta da Lapa Doce seguimos viagem até a Fazenda Pratinha. Lá pagamos R$40,00 para entrar. Esse preço dá direito a visitar a Gruta Azul, usar o espaço da fazenda (as instalações lá são ótimas, tem banheiros bons, restaurantes e lanchonetes), além de conhecer a Gruta da Pratinha e nadar no Rio Pratinha. Lá na fazenda tem outros passeios também, como uma tirolesa e flutuação na Gruta da Pratinha, mas aí eles são cobrados a parte. Dentro da fazendo nós caminhamos direto para a Gruta da Pratinha e depois descemos para o rio.

Almoçamos por ali, no restaurante do Rio Pratinha (que tinha um preço bem legal) e aproveitamos para curtir o rio, que é MARAVILHOSO. Depois, perto das 14h, descemos para a Gruta Azul. Todo esse trajeto entre as grutas e rio são curtos e de fácil acesso, daria para fazer de chinelo, por exemplo.

Depois de apreciarmos a paisagem da gruta, perto das 16h, seguimos viagem para o Morro do Pai Inácio (pagamos R$6,00 para subir), pois queríamos subir o morro ainda de dia para ver a paisagem e depois assistir o pôr do sol. O Morro tem uma subidinha de dificuldade razoável! Vá de tênis!!

Depois do Morro seguimos para Vale do Capão para passar a noite, que é a cidade mais próxima para a trilha da Cachoeira da Fumaça.

No Vale do Capão:

* Coma na pizzaria Capão Grande – São só dois sabores de pizza, o lugar é muito aconchegante e tem mel de pimenta, uma delícia, experimente! * Nos hospedamos na Pousada Aconchego (pagamos R$50,00 cada um, sem café), o lugar é uma graça, limpinho e confortável. Fica bem na entrada da cidade.

* Experimente o pastel de forno de jaca! Do lado da Pousada Aconchego tem um padaria, comemos ali.

HOSPEDAGEM: Vale do Capão

Dia 3 – CACHOEIRA DA FUMAÇA

Saímos bem cedinho e seguimos para a sede da Associação de Guias do Vale do Capão. Lá mesmo pegamos um guia (Gil – bem gente boa! Fez fotos nossas até =-) que nos guiou pela trilha da Cachoeira da Fumaça. Pagamos 150,00 pelo guia. A trilha tem dificuldade média, no total são 12km de trilha sendo que você já começa subindo e é uma subida bem forte! Você vai gastar em média 1 hora só nesse trecho de subida.

Depois você entra em um trecho mais tranquilo, quase plano. Mas aguente firma, a vista da Cachoeira é de tirar o fôlego! Leve lanchinhos rápidos e saudáveis para você comer ao longo da caminhada e uma garrafa de água de 1,5l por pessoa! Esse é um passeio de um dia inteiro, você vai sair cedo e voltar no fim do dia. Depois da trilha seguimos com a ideia de irmos para a cidade de Mucugê, mas como ficou muito tarde, nós optamos por parar em Guiné porque para chegar em Mucugê ainda teríamos 1h de estrada de terra.

HOSPEDAGEM: Guiné – Pousada Guiné (pagamos R$40,00 cada um – sem café)

Em Guiné: *Coma na Pizzaria Point da Villa– MUITO boa, o dono é MEGA simpático e nos ajudou na busca por hospedagem tanto em Mucugê quanto em Guiné. Também nos indicou o guia que usamos para os dois dias seguintes: Genival.

Dia 4 – CACHOEIRA DO BURACÃO

Neste dia saímos cedinho de Guiné (7h da manhã) e seguimos viagem para a Cachoeira Buracão (lá pagamos R$ 6,00 para entrar + R$ 30 guia – o guia é obrigatório), gastamos 1 hora de carro até lá em estrada de terra. A trilha para chegar na Cachoeira do Buracão é bem tranquila, são 6 km no total, mas ela é mais plana, tem apenas alguns trechos mais chatinhos. O importante aqui é se informar antes sobre as condições climáticas isso porque tem uma parte em que o carro passa por um curso de água, isso mesmo, você vai passar de carro dentro do rio. É muito divertido e tenso também) Como pegamos época em que os rios estão bem cheios, nosso guia nos propôs um passeio bem animado. Ao chegar na cachoeira do Buracão, colocamos colete salva-vidas e escalamos as pedras até chegar bem perto da cachoeira. Foi uma aventura e tanto! A trilha para o Buracão tem um diferencial que ao longo dela você passa por outras três cachoeiras: Buracãozinho, Cachoeira das Orquídeas e a do Recanto Verde. Como faríamos a Cachoeira da Fumacinha no dia seguinte, não compensava voltar para Ibicoara, que é a cidade mais próxima da Cachoeira do Buracão, já que ali é um trecho grande de estrada de terra. Por isso conversamos como nosso guia sobre hospedagem na região e foi ele quem nos indicou para a casa da Edilene, casa de moradora local, SUPER simpática.

Pagamos 80,00 pela hospedagem + Jantar + Café da Manhã. Então se você for fazer a Cachoeira do Fumacinha, meu conselho é procurar um local por ali também para se hospedar. Compensa muito.

HOSPEDAGEM: Comunidade do Baixão/Brejão * A comunidade é bem isolada, então a programação da noite é jantar e dormir cedo para descansar para a trilha do dia seguinte!!

Dia 5 – VÉU DA NOIVA E LICURI

Nesse dia nosso plano era ir para a Cachoeira da Fumacinha, mas o clima não ajudou. Tinha chovido na noite anterior e o nível de água do rio estava muito alto – a trilha para a fumacinha é composta por várias travessias de rio. Então optamos por fazer a trilha para a Cachoeira do Véu da Noiva e Licuri (Pagamos $50,00 cada para o guia).

** Por isso que não reservar as pousadas antes é algo bom na Chapada, você consegue ir mudando seus planos conforme necessidade.

Tanto a trilha para a cachoeira do Véu da Noiva quanto para Licuri são tranquilas. Tanto que é possível fazer as duas no mesmo dia. A Cachoeira do Véu da Noiva possui no total 7 quedas, ao longo do caminho você vai encontrando com cada uma delas e é uma mais bonita que a outra. É possível escalar as padras laterais da Cachoeira e ter uma visão dela lá do alto, é lindo!

HOSPEDAGEM: Nos hospedamos novamente na Edilene – Comunidade do Baixão/Brejão pois queríamos tentar a Fumacinha no dia seguinte. Nesse dia não choveu e se continuasse assim poderíamos fazer a trilha no dia seguinte.

Dia 6 – FUMACINHA

Nesse dia acordamos bem cedinho e seguimos para a Cachoeira da Fumacinha, como não choveu durante o dia e nem durante a noite, foi possível fazer a travessia \o/ Essa sem dúvida é a trilha mais difícil do passeio e a mais incrível também. Fizemos a trilha em 3h30 para ir e 3h para voltar. São 18km de trilha no total! Mas não é qualquer trilha! Tem que estar preparado, você vai atravessar trechos de rio, várias vezes, ou seja, você vai caminhar quase 7 horas com o tênis molhado, você vai escalar pedras e passar por trechos de mata bem fechada. Mas não desista! A vista da cachoeira é maravilhosa, o lugar tem uma energia incrível, difícil até de descrever, só estando lá para sentir!

DICA: vá de calça, tênis e camisa com proteção UVB/UVA. Leve muitos lanchinhos saudáveis, você vai sentir muita forme com tantos exercícios. E ele água também 1,5l para cada pessoa. Nesse dia nosso guia nos cobrou R$ 100,00 por pessoa, achamos MTO caro!! E aí fica a dica: não faça o passeio sem combinar o preço antes. Nós já tínhamos feito outros passeios com ele e não lembramos de combinar o preço desse último passeio antes! No fim do dia, levamos um susto.

Retornamos no finalzinho da tarde para a casa da Edilene, arrumamos nossas coisas e partimos em direção a Mucugê. Lá nos hospedamos na Pousada Sempre Viva, pagamos R$70,00 por pessoa, só com o café-da-manhã. Ela tinha um preço mais elevado do que estávamos acostumados a pagar e não tem nada demais!

HOSPEDAGEM: Mucugê

Em Mucugê:

* Comemos na Hamburgueria Casa Amarela: o lugar é muito bonitinho, fica bem no centrinho da cidade – de frente com praça. Tem um preço legal e hambúrgueres caseiros e molhos feitos por eles. Eu só não recomendo pedir o lanche que vai molho barbucue. Eu pedi desse e não gostei =/ Os meninos pediram outros lanches e amaram.

Dia 7 – POÇO ENCANTADO, POÇO AZUL E PRAIA DA PERUCA

Nesse dia, seguimos viagem em direção ao Poço Encantado. Para entrar no Poço Encantado pagamos R$20,00, o melhor horário ali é perto das 10h30. Esse poço é simplesmente incrível, o trecho para chegar até ele é ligeiramente cansativo: você vai descer vários degraus (e depois subir) e, depois que entrar na gruta, você caminha um trecho no escuro, só com a luz da lanterna do capacete (está incluído no preço). Aqui não é permitido nadar. Gastamos mais ou menos 1 hora aqui. Depois do Encantado, seguimos viagem para o Poço Azul. Pagamos os mesmos R$20,00 para entrar, a diferença aqui é que você pode nadar. No preço está incluído o nado de 25 minutos dentro do poço, óculos de mergulho e o salva-vidas. O lugar oferece estrutura de banheiro com ducha, então você pode aproveitar para trocar de roupa para seguir o passeio. Também tem um restaurante aqui dentro, mas optamos por almoçar no APA, que tem uma comida bem caseira e com vários pratos típicos da região.

Então, saindo de lá almoçamos no restaurante verde (APA) que serve comida caseira típica à vontade por R$ 25 por pessoa! É um restaurante familiar e o rapaz que é dono é muito simpático, nos ajudou indicando o que poderíamos fazer ali por perto.

Para ir para o Poço Azul nós atravessamos o Rio Paraguaçu de carro pela balsa (pagamos R$25,00), então queríamos ver o que poderíamos fazer ficando desse lado mesmo do rio e foi aí que o rapaz do APA nos indicou ir conhecer a Praia da Peruca e depois sugeriu que nos hospedássemos na cidade de Andaraí, próxima dali e que teria nesse dia o festival Conecta Chapada!

Foi uma dica muito boa. A Prainha da Peruca é bem perto do poço, gastamos 20 minutos de carro e é um lugar muito tranquilo e bonito, não tem bares nem nada ao redor, então é perfeita para descansar, aproveitar o rio e curtir a paisagem. No fim do dia, já com o sol se pondo, seguimos viagem para Andaraí. A cidade estava muito cheia por conta do festival Conecta Chapada que iria acontecer pela primeira vez na cidade. Quase desistimos de nos hospedar aqui, na última tentativa encontramos uma pousada, já na saída da cidade par anos hospedar. A pousada era bem trash! Rs... Mas não queríamos perder a festa da cidade, então topamos passar a noite ali mesmo.

Andaraí é uma cidade linda, tem uma vida noturna bem legal, então vale muito a pena passar por ela! O festival foi no Balneário do Rio Paraguaçu e contou com vários nomes de artistas da região, com músicas típicas do Nordeste, foi incrível! O festival deve acontecer mais vezes e sempre no mês de abril, vale dar uma olhada na programação cultural da Chapada se você estiver programando suas férias para esse período.

NOITE: Conecta Chapada + pizza no centrinho de Andaraí. Lá tem muitas opções de lugares, não lembro o nome do lugar que paramos, mas era perto da pracinha da cidade. HOSPEDAGEM: Andaraí

Esse foi nosso último dia na Chapada, no dia seguinte acordamos cedo e seguimos para Salvador.

OUTRAS DICAS IMPORTANTES: - Lá na Chapada NÃO pega NENHUMA operadora de celular, não é exagero gente! É muito real. Rs... Então não conte com isso. Lá é um passeio para você desconectar totalmente. Você só vai conseguir usar o celular em Wireless que lá você encontra bastante e os restaurantes usam isso como um chamariz para os turistas inclusive!

- Entrem em contato com a pousada da próxima parada no dia/noite anterior. Lá fecha tudo muito cedo então acontece muito de você chegar no Hostel/Pousada e ela já estar fechada.

O que levar?

- Se você não tem, compre uma mochila! Você vai precisar. Só cuidado com o peso, não abusa porque nas trilhas faz diferença.

- Leve repelente, compre uma camisa com proteção UVB/UVA (acredite em mim você vai precisar!), leve um bom tênis para caminhada (mas não um tênis que você tenha amor por ele), leve protetor solar, leve uma daquelas toalhas de secagem rápida, uma canga também é bem útil, capa de chuva também, óculos de sol e boné/viseira. Ah, mesmo no calor, leve um moletom também, de noite pode esfriar!

E aí, curtiu as dicas da Evelyn? Comenta aqui embaixo!

Evelyn Dias

Campineira, falante, trabalha em comunicação e ama viajar. Costuma intercalar suas viagens para lugares dentro e fora do Brasil. Já viajou para alguns lugares na América Latina e Estados Unidos. Tem um grande sonho de conhecer os 7 cantos do mundo e acredita que tudo é possível quando se tem vontade de conquistar, de realizar.

Um abraço e até a próxima!

 
 
 

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Melissa Zil | Criadora do Planeje Sua Viagem
Melissa Zil

Paulistana, 29 anos. Curiosa em todos os sentidos.

Ama descobrir países, culturas diferentes, sabores novos e verdades novas. Viajante mochileira que já passou por mais de 20 países e sempre que volta, começa a planejar tudo para o próximo destino. 

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